Quem eu sou fora dos cargos, das empresas e dos dashboards. O que me move, o que estou lendo, e como eu penso sobre o mundo.
Nasci em 2000 em Americana, interior de São Paulo. Cresci dentro de uma indústria farmacêutica familiar — a Sanfarma foi fundada pelo meu pai quando eu ainda era criança. Passei a adolescência entre a fábrica e a faculdade, aprendendo o negócio por osmose.
Estudei Engenharia de Produção na FACAMP (Campinas). Escolhi esse curso deliberadamente: queria uma formação quantitativa que me desse lastro tanto para a gestão quanto para a tecnologia. Não queria ser só "o filho do dono" — queria ser a pessoa que resolve problemas que ninguém mais na empresa consegue resolver.
Hoje divido meus dias entre três CNPJs, uma VPS em Hostinger, um agente pessoal de IA que roda 24/7 e uma pilha de livros que cresce mais rápido do que eu consigo ler.
git push.
Atualizado periodicamente. Livros que estão moldando como eu penso sobre negócios, tecnologia e liderança.
Não existe fórmula para liderar em crise. O Horowitz documenta o que acontece quando o playbook falha — e é exatamente aí que a gestão de verdade começa.
O manual de gestão que o Vale do Silício usa. Escrito pelo CEO que transformou a Intel. Aplicável a fábrica, startup e tudo entre os dois.
Modelos mentais, vieses cognitivos e a arte de tomar decisões melhores. O Munger era o parceiro silencioso do Buffett — e possivelmente o mais interessante dos dois.
Não é metodologia de consultoria. É o que funciona na prática. Conceitos que aplico todo dia, dentro e fora do trabalho.
Desmontar um problema até seus fundamentos e reconstruir a partir dali. Usei para reescrever a conciliação bancária. Uso para decidir se abro ou não uma loja nova.
O trabalho de um desenvolvedor é alavancar o próprio tempo. O meu também — só que eu alavanco o tempo de uma empresa inteira. Cada script que escrevo é um multiplicador de força.
Não opino sobre o que não opero. Se eu não estou disposto a assinar embaixo, não dou palpite. Isso vale para investimento, contratação e escolha de stack.
Em vez de perguntar "como fazer dar certo", pergunto "o que faria dar errado e como eu evito". É mais fácil prevenir um desastre do que construir um sucesso.
As melhores conversas que tive começaram com um e-mail não solicitado.